AF3 Seshet

Autor Potorim | 31.08.2009 | Category Mural

Bom,depois do meu fds desgraçado fomos ajudar seshet a pegar o coffer de Eldieme Necropolis e o NM de Toraimarai Canal pro AF3.
Como se já não bastasse o q me tinha acontecido,eu pensei q não agrassse 75 no subsolo e pulei no meio daquele baguio q sai bolha sem sneak nem nada….resultado:
3 haunt e 2 spriggan burduando o Poto sem dó q ainda tentou usar seigan mas não adiantou nada(detalhe q nessa hora eu tava de sub thf e nem me lembrei q podia ter usado flee pra me salvar…desespero eh uma bosta…)
Bom…Masa,Seshet e Alex começaram a limpar a sala ao lado e depois de uns 5 tractors voltei a vida com -1k de xp…
Matamos 2 esqueletinhos e o coffer key dropou…ou seja… meio q morri a toa lol…
Masa teve q sair as pressas não sei por qual motivo e ficamos seshet,alex e eu procurando o coffer.
Alex o localizou e seshet correu ateh o lugar,pois tinha mais dois fulano tentando abrir e o mais forte jah tava começando a limpar a area pro mais fraco tirar inv e abrir,Seshet chegou na hora H e conseguiu sua Wizard’s Tonban!!!
Os caras q tavam limpando a área devem ter ficado putos da vida por terem perdido o coffer na cara assim lol (Na hora me lembrei de uma cena parecida q aconteceu comigo….lógico q no caso eu era o fulano q perdeu o coffer na cara…)
Resolvemos matar o NM do AF3 de uma vez e fomos pra terra dos bonecos miniatura do fofão…
Mas para abrir o portão precisava de um rdm,um blm e um whm…
como iriamos passar por essa budega….
Sugeri q eu fosse de whm e abrisse o gate pra depois eles abrirem para mim do outro lado e ficou nisso…
Mas tive uma idéia macabra de usar o account do Masa e sacrificar o whm dele para um bem maior huhaeuhauehuea.
Infelizmente ele ficou no controle por alguns seg e conseguiu receber um d2 de Seshet ainda….
Limpamos a área, Store TP e mandamos 300% Spirits Within no bicho….manti straight tank e alex ficou burduando com enthunder,essas coisas,Seshet ficou no heal,mas depois q o NM chegou nos 40% de hp percebi q era fraquinho e falei pra Seshet começar a mandar as AM pra acabar logo.
NM morto,Wizard’s Petasos pra Seshet,sem brincadeira AF3 mais fácil q eu jah vi na vida…

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A História de Vana’diel V – O Império de San d’Oria

Autor Alexcennah | 31.08.2009 | Category Mural

Mais um capítulo da história de Vana’diel. Esta semana é sobre a terra das bibas, ops, San d’Oria. Não à toa que este capítulo se chama A Idade do Poder (hmm, poderosaaaa…)

Este capítulo é enorme, mas foi um dos que tive o maior prazer de traduzir, ele é excelente. Mas reparem que a história só é boa mesmo por causa de Bastok, rs…

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A Idade do Poder

O uso da magia traria felicidade e guerra aos povos de Vana’diel. Nesta época, a tribo insignificante de criaturas chamadas Elvaan ascenderia ao poder. Com o poder da magia e o espírito de guerreiro no íntimo mais profundo, os Elvaan cresceriam para se tornar o mais poderoso império da época. O Reino de San d’Oria foi fundado nas densas florestas do mais antigo continente conhecido. Com o fim do monopólio da magia, os Elvaan criaram poderosas ordens de cavaleiros que, com seu código de honra inquebrável, não temiam nenhum adversário. A sua falta de temor originou-se das profundas crenças religiosas em Altana e de seus ensinamentos. Apesar de um Rei ter sido escolhido para governar, o Papsque (líder religioso) também detinha uma grande autoridade. Uma a uma, as fortalezas dos homens-fera no velho continente caíram. Aldeias e cidades de Tarutaru também foram esmagadas pela força do exército San d’Oriano. Em pouco tempo, quase todo o continente Quon estava debaixo do controle de San d’Oria.

Um dos vassalos da à época família real d’Oraguille descobriu a pequena península na ponta ocidental de Quon. Deste ponto os cavaleiros de San d’Oria poderiam deslocar-se ao sul e facilmente varrer as defesas dos Tarutaru, dos homens-fera remanescentes e assegurar a sua dominação em Vana’diel. Alphollon Tavnazia, o vassalo real, recebeu títulos de terras e uma tarefa: construir uma cidade fortificada para ser a vanguarda das forças San d’Orianas. Com o tempo essas terras passaram a ser conhecidas como o Marquesado de Tavnazia, que se tornou um segundo reino Elvaan mas sob o governo do primeiro. Deste Marquesado que as batalhas que conquistaram as terras de Campanha de Sauromugue foram idealizadas.

Com toda da atenção de San d’Oria direcionada aos Tarutaru e aos homens-fera do continente oriental, a porção sul de Quon permaneceu ignorada. Seus habitantes, a última das cinco raças iluminadas - os Humes, eram considerados fracos demais e desprezados pelo exército de San d’Oria. Então uma pequena tribo de Humes encontrou o remanescente dos Galkas que tinham se instalado em terras de Quon-Sul, depois de fugir da destruição de sua capital muito tempo atrás. Assim as duas raças se uniram: os Galkas com a sua força física e o Humes com a sua inventividade e busca pelo conhecimento. Em conjunto as duas raças formaram uma poderosa aliança sob a bandeira de Bastok. Fortalecida pelos ricos recursos naturais da região e pela habilidade dos Humes de reunir informações, a nação de Bastok logo virou seus olhos ao norte, em direção ao império de San d’Oria.

Antes de que os San d’Orianos podessem juntar uma força capaz de lidar com a nova ameaça ao sul, os ataques começaram e o recém-formado exército de Bastok rapidamente deu cabo das forças de San d’Oria próximas. Enquanto isso ao leste, os Tarutaru e os homens-fera lançaram ataque sobre ataque na fronteira oriental do império. Finalmente um ataque taru maciço nas defesas em Sauromogue abriu passagem por dentre as linhas de cavaleiros. Cada Elvaan lutou corajosamente e cada Elvaan foi morto. No sul, os Bastokanos viraram sua atenção em direção às Terras Altas de Konschtat, um ponto considerado estratégico. Se pudesse assumir o controle desta região, Bastok teria um ponto muito firme e estaria livre de contra-ataques dos Elvaan. Em uma batalha épica, os cavaleiros de San d’Oria e o exército de Bastok lutaram aos ventos dos prados das Terras Altas. A batalha durou dias mas San d’oria realizou um ataque decisivo sob a liderança de sua primeira guerreira, Lady Eldie Mantiant. Bastok foi forçada a fugir mas o preço pago foi horrível: as legiões de San d’Oria tinham sido praticamente aniquiladas. Os Elvaan ao leste, agora enfrentando os contínuos ataques dos Tarutaru, não tiveram outra opção a não ser render-se e recuar para o sul. E a presença crescente de Bastok se tornou maciça em Tavnazia, forçando o pequeno reino a se render para manter as suas terras.

Infelizmente pior ainda estava por vir. Os químicos e ferreiros Bastokanos, em um ímpeto de suprir as suas tropas com as melhores armas possíveis, desenvolveram uma nova tecnologia extremamente poderosa e avançada: as armas do fogo. Armados com mosquetes, o exército Bastokano marchou mais uma vez às Terras Altas para o que seria conhecida como a Segunda Batalha de Konschtat. Os Mosqueteiros Bastokanos se encontraram com a elite dos Cavaleiros de San d’Oria, mas o que aconteceu não foi nenhuma batalha. Foi um massacre. Os cavaleiros Elvaan foram destroçados e mutilados impiedosamente pelas balas dos mosquetes de Bastok. Ambas os lados viram a eficácia dessas armas e paralisaram de choque. Vencedora, Bastok, de tão impressionada que ficou pelo próprio poder, desistiu do ataque à San d’Oria, apenas mantendo terreno para se precaver de um possível contra-ataque que nunca ocorreu.

Os San d’Orianos retiraram as suas últimas forças para defender as muralhas de sua capital. E os fortes e cidades distantes ficaram abertos à destruição nas mãos dos agora livres homens-fera.  Os Elvaan não podiam fazer mais nada. Furiosos com Bastok pela derrota “não-honrada” e sem o seu antigo poder, a monarquia caiu em ruínas e dois irmãos passaram a batalhar pelo trono. O primeiro e mais velho, o Rei Raigegue, era um militar que viu que os seus amigos e família morrer pelas mãos de Bastok. Reunindo os últimos de suas tropas, ele formou os Cavaleiros Reais (Royal Knights) na esperança de realizar um contra-ataque contra a odiada nação Hume. Seu irmão mais jovem, Príncipe Fellenant, era um homem mais religioso e pacífico. Ao seu redor ele reuniu um grupo fiel de amigos que se tornariam os Cavaleiros do Templo (Temple Knights). O príncipe Fellenant, contra os desejos de seus irmãos, organizou um encontro entre os líderes de Bastok e os seus Cavaleiros do Templo, oferecendo uma paz definitiva em troca de ajuda para destronar seu irmão rei. A sua prova de paz: um cetro mágico misterioso (e poderoso) conhecido como o “Cetro Royaulais” (Scepter Royaulais), conferido a cada rei em sua coroação pelo Papsque. Enquanto isso, descobrindo dos planos de seu irmão, o Rei Raigegue enviou seu melhor cavaleiro, Vijortal Caphieux, na missão de, junto com alguns poucos Cavaleiros Reais, se unir à comitiva do Príncipe Fellenant com a desculpa de assinar a paz e então assassiná-lo.

E no local que é conhecido hoje como a Caverna de Ordelle que a plano foi posto em prática. Mas, por alguma estranha guinada do destino, Vijortal se voltou contra os assassinos e impediu a conspiração contra o príncipe, embora fora mortalmente ferido. O príncipe prosseguiu em direção a Bastok e lá Cavaleiros de Templo e Bastokanos acordaram em usurpar o trono do Rei Raigegue. Reunindo suas forças, o Príncipe Fellenant tomou San d’Oria e coroou a si próprio rei. Porém Ragegue estava aguardando o momento e partiu pro contra-ataque. Dizem que neste momento Fellenant teve uma sublime visão concedida pelo Cetro Royaulais e decidiu não lutar e rendeu-se a seu irmão. Não se sabe até hoje que o que ele viu. Por tradição, sangue real não podia ser derramado e Fellenant foi trancafiado nos calabouços embaixo de San d’Oria. Com a ajuda de seus Cavaleiros do Templo, não demorou muito para ele escapar para a Floresta Jugner através de túneis subterrâneos. Foi lá, nos bosques profundos de Davoi que ele declarou guerra a seu irmão. Era o início de uma grande guerra civil.

A guerra entre os dois lados de San d’Oria durou gerações e varreu as terras do outrora majestoso reino. Finalmente, o líder dos Cavaleiros do Templo, Ranperre, liderou um último ataque à capital. Empunhando uma espada mística que tinha descoberto nas profundezas das cavernas de Davoi e rodeado por sua guarda de Dragoons (que lhe confeririam o nome pelo qual é conhecido, o Rei-Dragão) ele marchou com suas tropas na capital. Sua espada, a Portadora da Luz (Lightbringer), inspirava terror tanto em aliados como em inimigos. Antes que a batalha pudesse ter começado, os Cavaleiros Reais se renderam de puro temor. Ranperre tinha finalmente reunificado San d’Oria sem ao menos desembainhar sua espada. De seu trono ele decidiu que o poder da Portadora da Luz era grande demais para um único homem e a enviou de San d’Oria para Tavnazia como um sinal de confiança e paz, a ser trancafiada nos profundos salões embaixo da cidade. Lá, ela seria protegida eternamente pela família real.

E San d’Oria passou por um ciclo completo. Uma vez um grande Império, agora era mais uma vez um pequeno reino.

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Traduzido e adaptado de http://finalfantasy.wikia.com/wiki/History_of_Vana%27diel por Alexcennah

Cena raríssima

Autor Alexcennah | 30.08.2009 | Category Mural

Primeira vez que vejo isso acontecer:

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Aht Urhgan Mission 15 e 22 duo + Full Kirin’s set

Autor Skyslash | 25.08.2009 | Category Missões, Videos

ToAU 15, duo com Ladysky

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ToAU 22, também com a Lady

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Com um pouco de atraso, mas finalmente completei meu set do kirin’s, peguei a ultima peça q faltava (byakko haidate)

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A História de Vana’diel IV – Os Tarutaru e a Magia

Autor Alexcennah | 24.08.2009 | Category Mural

O capítulo desta semana é sobre Windurst. Um tanto menor que os outros e por isso meio decepcionante para mim.

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A Idade da Magia

Fortalecidos pelo conhecimento e pelo poder mágico crescente, os Tarutaru se uniram sob a liderança da Sibila das Estrelas sob o nome de Federação de Windurst. Ao mesmo tempo os homens-fera que existiam no continente, os Yagudo, também se unificaram para retomar as terras que eles tinham declarado como suas por direito. Trabalhando em conjunto e reunindo os últimos clãs, os Tarutaru expulsaram as hordas dos Yagudo de suas terras. Após esta vitória e durante algum tempo, o povo pequeno viveu em paz e harmonia. Sua raça prosperou unida pelo conhecimento da magia e pela bandeira de uma nação jovem porém poderosa.

Nesta mesma época, um grupo de jovens Mithra descontentes com a solidão e isolamento na Ilha Elshimo ouviu histórias contadas pelas mais velhas de sua raça sobre seres mágicos estranhos em terras além-mar e decidiu se arriscar pelo oceano para ver com seus próprios olhos a veracidade destes contos. A líder das tribos, irritada pelo desprezo das tradições, condenou essas ações. Aquelas que partiram não foram permitidas retornar. Entretanto, isto não impediu que as Mithras jovens continuassem em sua jornada em busca de aventura.

Em Windurst as Mithra foram recebidas de braços abertos apesar do temor que possuíam pelos Tarus: a sua força e habilidade tática eram úteis aos pequenos. Foi um acordo benéfico para ambas as partes. As Mithras poderiam viver protegidas pelas magias em Windurst e em troca serviriam como soldados de infantaria dos exércios Tarutaru. Em conjunto esculpiram a cidade de Mhaura nos rochedos íngremes próximos ao mar. Ela foi fundada como uma recordação às Mithra de que o seu lar não estava tão distante assim. Mhaura, embora pequena por natureza, sempre estaria num lugar especial dentro dos corações das Mithra de Windurst. Foi uma era gloriosa para ambos os povos.

Mas o tempo se encarregaria de dar um fim diferente à esta história. Enquanto os Tarutaru se banhavam no conhecimento da magia, as outras raças do mundo começaram crescer neste poder. Incluindo os homens-fera. Em pouco tempo as técnicas mágicas passaram a ser empregadas também por outros povos. O choque da magia cair nas mãos dos sanguinários e desprezíveis homens-fera foi grande demais para os Tarutaru. Cheios de dor e desgosto, eles entraram em um isolacionismo que duraria séculos e fecharam suas fronteiras para todos, exceto para as suas aliadas Mithra.

E assim, a civilização que uma vez tinha sido altiva e orgulhosa, se tornou cada vez mais distante do resto do mundo.

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Traduzido e adaptado de http://finalfantasy.wikia.com/wiki/History_of_Vana%27diel por Alexcennah